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A mostrar mensagens de Fevereiro, 2015

O que li por aí #18

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Alta Definição #6

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«Eu sou tudo o que vivemos, mais o que deixei por viver. Sou a soma dos anos, dos risos e das angústias. Não posso ser o que fui quando não sou o que era. Nem tu podes querer que eu seja a pessoa que tu gostavas que fosse».

Eu! Sou fácil de decifrar, até porque nem sempre consigo esconder as minhas emoções. Há alturas em que sou demasiado transparente, como se as pessoas me conseguissem ver por dentro. No entanto, com o tempo, fui criando mecanismos de defesa e agora sei que os meus segredos só eu os conheço. Nunca tive muitos, verdade seja dita, e os que tinha - e ainda tenho - partilhava com quem me é de confiança, mas restringindo sempre esse grupo aos meus pais e à minha melhor amiga. Ainda assim, há pormenores que são só meus e esses faço questão de ser a única a saber.

O mundo por olhos tom de castanha #14

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À boleia do mundo #6 (Parte 3)

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Capitulo 6 (conclusão) 08.08.2014

18h43: Lar, doce lar.
Há três tarefas que têm que ser feitas neste momento: tomar banho, preparar o jantar e arranjarmo-nos. No final do jantar voltaremos a ir ao centro de Bragança. E assim passa o tempo quase sem darmos contar.

À boleia do mundo #6 (Parte 2)

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Capitulo 6 (continuação) 08.08.2014


Foi aqui que aconteceu a grande catástrofe de 1959, com o rebentamento da barragem. Ribadelago é o fim. A única maneira de seguir caminho a partir daí é a pé. Quando nos aproximamos do limite até onde se pode ir de carro vê-se uma estátua de homenagem a todas as pessoas que perderam a vida naquele fatídico dia - ao que tudo indica, ninguém sobreviveu. Tenho curiosidade em ver onde estava a barragem, mas não é possível; apenas se observa «El Cañón». Este lugar foi reconstruído e existem bastantes percursos pedestres. Qualquer dia aventuro-me por um deles, mas para isso é preciso preparação. Não só mental, mas também física e material, até porque temos que ir munidos de algumas coisas que nos farão falta.

À boleia do mundo #6 (Parte 1)

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Capitulo 6 Sexta, 08.08.2014

06h00: O despertador tocou, mas ignorei-o. Acabei por me levantar 20 minutos depois. Mais um dia a começar, mais uma viagem para o Lago que se aproxima. Já começo a perder a cor copinho de leite com que cheguei, por isso tenho que continuar a trabalhar para o bronze.

TAG: 50 factos sobre mim

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«Sou parte do tudo, o pedaço que é feito de nada»

O Miguel Gouveia do blog Pieces Of Me, a quem agradeço desde já, nomeou-me para revelar cinquenta factos sobre mim. Sou quem me conhece melhor, mas continuo a achar difícil responder a desafios como este. No entanto, como gosto de me colocar à prova, vamos lá ver se encontro pormenores interessantes que vos ajudem a conhecer-me melhor. Será que se vão surpreender com algum? Teremos algo em comum? Vamos descobrir?

#4 A minha vida tem...

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... folhas soltas e cadernos com versos livres, rimas e poemas de todos os tipos. Passava horas agarrada às palavras, apressando-me para que nenhuma fugisse. Às vezes, um dia inteiro era pouco para as ideias que apareciam de rompante, umas a seguir às outras. E na altura estava longe de imaginar o quanto este amor iria crescer. Perdi a maior parte das coisas que escrevi, mas ficaram as memórias dos momentos em que, sem pensar muito, deixava o lápis navegar pelas linhas azuis e das imagens desfocadas que tenho das quadras que apareciam no nosso jornal da escola.

Até quando?

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«A saudade é a memória do coração», Coelho Neto

E ali estavas tu, sentado numa mesa de dois lugares, mas decorada só para um. E do lado de fora da porta estava eu. De coração dividido. Hesitante - será que devo ou não entrar?

Desmistificar teorias

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O tempo avança e vou desmistificando algumas teorias: o verdadeiro caráter das pessoas não se revela quando batemos no fundo, mas quando chegamos ao topo. Aguentam bem a nossa queda, demonstrando uma falsa preocupação, porque lhes é mais fácil permanecer ao lado de quem sofreu reveses. Mas há algo com que nunca saberão lidar: o nosso sucesso.

Passo atrás

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Alguma vez tiveste a sensação de estares a ficar para trás? E que a vida avança e tu permaneces no mesmo pedaço de chão? É o que tenho sentido nestes últimos dias. E em todos os outros antes desses.

Vamos falar de séries?

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«So pick me, choose me, love me».

Adoro séries. Sou capaz de passar um dia inteiro a assistir a episódios sem me aborrecer - e mesmo que sejam repetidos não é isso que me impede de os ver novamente.

TAG: Dia dos Namorados

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«O tempo é muito lento para os que esperam, muito rápido para os que têm medo, muito longo para os que lamentam, muito curto para os que festejam, mas para os que amam o tempo é eterno», Henry Van Dyke
A Nea do blog Singin' in the Rain nomeou-me para a tag Dia dos Namorados. Vem um pouco atrasada, uma vez que a data em questão foi no sábado, mas não podia deixar de responder. Sem mais demoras, vamos passar ao que interessa.

O que li por aí #17

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Banda Sonora #6

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«Sem a música a vida seria um erro», Friedrich Nietzsche

Ideal para o dia dos namorados (e não só, porque esta música é um verdadeiro vício). O amor não tem data, mas isso não significa que não possa ter um dia inteiramente dedicado a si.

Falsa distração

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«Em vida, observo muito, sou ativa nas observações...», Clarice Lispector

Ainda não percebeste, pois não? Nunca te escondi que sou demasiado atenta aos pormenores, o que nem sempre joga a meu favor. Muitas vezes observo coisas que me magoam

As minhas viagens de metro #24

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«Dizem que quando é para dar certo até os ventos sopram a favor».

Cheguei sem avisar. E ali estavas tu, alto, de figura elegante, com um sobretudo preto que te assenta na perfeição, a olhar o rio. Sereno, como a tua expressão. Quedei-me a observar os teus traços que avisto de perfil. Como estás bonito! Esses olhos cor de mel que tantas vezes olharam os meus captam-me automaticamente a atenção. Tive medo de me aproximar e estragar o quadro que rapidamente pintei na minha cabeça - agora que penso nisso, o nosso encontro dava uma bela aguarela: nós num abraço apertado, com o Douro ali ao lado e a imaginação perfeita da voz de um brasileiro talentoso a cantar Maria Gadú; tive medo de quebrar o encanto que é admirar-te de longe, em silêncio, mas preciso de ouvir a tua voz e sentir os teus lábios a tocar leve e ternamente nas minhas bochechas coradas - denunciam-me sempre que estou perto de ti. Queria sentir a tua mão a proteger a minha enquanto me convidas a sentar ou a dar um passeio pela …

Segredos escondidos

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Vou agarrar num pedaço de papel e dobrá-lo em mil metades. Se escolheres o número certo revelo-te, aos poucos, os segredos que escrevi em cada um deles. Podes começar a pensar. Quantos queres?

Escreviver

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«Escrever é também não falar. É calar-se. É gritar sem ruído»,  Marguerite Duras

Palavras soltas  Voando  Dançando  Entre os meus dedos  Nus  De desejo  De as agarrar  E num enlace  De laços livres  Vivo  A escrever  Emoções  E sensações  E paro  Vendo o tempo  Que não tenho  Percebendo  O quanto não  As posso prender  Porque...  Escreviver é sonhar  E viajar  Com os pés no chão  Deixo-as fugir  Ficando à deriva  Porque Escreviver  É tudo o que sou  De melhor.

(poema escrito para o passatempo «100 likes» do blog da Ana Ribeiro)

TAG | Bota cá para fora essa sinceridade

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«A sinceridade é um dom como qualquer outro. Não é sincero quem quer»,  Julien Green

A Elena do blog Be Brave e a Catarina do blog " Mundo " nomearam-me para uma TAG cuja única regra é «não dar respostas politicamente correctas, mas sim testar a sinceridade absoluta das/os bloggers». Sendo assim, vamos passar ao que realmente interessa.

Perguntas:
1. Qual o tipo de post que mais gostas de ler? Não tenho um tipo preferido, porque tanto gosto de ler um texto que me faça viajar/pensar/emocionar, como gosto de ler curiosidades ou assuntos do dia-a-dia. Tudo depende da forma como é escrito.
2. Comentas todos os posts que lês? Sim, até porque a maior parte dos que leio pertencem aos blogues que sigo. E mesmo quando recebo algum comentário de alguém que não faz parte desse grupo faço questão de comentar a publicação em si quando vou responder. É uma questão de respeito. 
3. O que representa para ti um post com muitos comentários? Na minha opinião, pode ter várias interpretações: pode ser…

Azar. Ou apenas má sorte

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«Aguardo já o que é da sorte ou do azar».

Há azares que nos condenam ao desespero e outros que nos fazem ganhar a vida, por serem apenas reflexos de má sorte e o salto que nos faltava para a mudança. É esta lei da consequência que nos pauta: nada é por acaso, tudo é resultado de alguma coisa. E ainda que façamos muito pouco, ou mesmo que já tenhamos o destino traçado, a maneira como chegamos à nossa sina é o que mantém a viagem que nos está programada com sentido. Por mais que nos falte a sorte, existirá sempre no caminho um trevo de quatro folhas que podemos apanhar e guardar no meio de um livro. E depois é esperar que como por magia os ventos mudem e os astros conspirem a favor.

Significado

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Há palavras que deviam ter como significado o nome de algumas pessoas, por serem exatamente a definição que as sustenta.

Refém de ti

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Fiquei refém do teu sorriso largo. Do teu beijo apaixonado. Do teu cheiro a maresia. Do teu toque quente. Do aconchego do teu abraço. Da suavidade da tua voz. De ti por inteiro. Nunca nenhum outro amor me tinha deixado tão segura e em paz como o teu.

Sorte ao jogo

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Virei as cartas e ganhei o jogo. Lancei os dados. E agora só espero que a recompensa de toda esta sorte seja a vida a unir os nossos caminhos.

Demasiado tarde

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«Vem, antes que eu me vá, antes que seja tarde demais. Vem, que eu não tenho ninguém e te quero junto a mim. Vem, que eu te ensinarei a voar»,  Caio Fernando Abreu

Se amanhã for demasiado tarde, espero que um dia venhas a descobrir que esperei por ti o máximo que consegui. Redobrei a paciência e acalentei a esperança. Não me movi de lugar, mas não consegui aguentar a dor da ausência. Se amanhã for demasiado tarde, espero que sintas que não deixei de te amar - e talvez ainda espere que chegues secretamente. Apenas tive que mostrar um pouco mais de amor próprio. É que quem ama não se atrasa, faz por aparecer. E a única coisa que tu fizeste foi seguir uma direção oposta à minha, sem me dares qualquer sinal de regresso. Se amanhã for demasiado tarde, lembra-te - e é fundamental que nunca te esqueças - que cheguei cedo. Muito antes da hora. Para que nunca chegasse a ser tarde.

Tu e Eu

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«Se tu pensas em mim como eu penso em ti, temos tudo, então, para poder voltar ao sonho outra vez. Se tu dizes que sim, sei por onde seguir. Que esperamos para querer voltar a ser só tu e eu?», Diogo Piçarra.

Felicidade. Realização pessoal. Orgulho. Um passo mais perto do sonho. Magia. Perfeição. Todas estas palavras e expressões poderiam ser utilizadas para falar sobre o single do incrível Diogo Piçarra e ainda assim parecem-me insuficientes para o resultado que ontem foi apresentado ao público. Ele vai longe, disso não tenho dúvidas, e faz questão de o demonstrar em todos os rasgos de genialidade que tem. Clandestinamente apanhei boleia nesta viagem que ele começou a solo, com inteligência e carregada de qualidade. Mantenho-me atenta, a bordo, para acompanhar de perto todos os passos que dá. Porque nunca queremos perder os grandes talentos de vista. E eu prometi estar aqui. Todos os dias. Até ao fim.
Rui Veloso, em 1995, no seu álbum Lado Lunar, cantou que «Já não há canções de amor c…

Minutos com história VI

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«Num filme o que importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair a imaginação», Charles Chaplin

Vou silenciar as palavras e deixar que as imagens falem por si. Há atitudes que nos comovem - e tudo aquilo que eu poderia escrever não lhes faria justiça. Limito-me apenas a confidenciar que o meu coração aumentou de tamanho, porque as crianças são o futuro. E enquanto houver exemplos assim sei que o mundo será um lugar melhor. É incrível como alguns minutos são suficientes para nos abrirem os olhos. Temos tanto a aprender, este foi mais um passo em frente. Digam não à violência!

#100happydays janeiro

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«Você conseguiria ficar feliz durante 100 dias seguidos?»

O desafio dos #100happydays, sobre o qual já falei aqui, tem sido uma valente aventura, precisamente porque nem sempre nos parece acontecer algo extraordinário ao ponto de o considerarmos uma verdadeira felicidade. Não podíamos estar mais enganados. «E se nunca tive dúvidas, agora tenho certezas»: são mesmo as pequenas coisas que fazem toda a diferença. São aqueles pequenos prazeres que nos levam a sorrir, mesmo quando o dia nos dá motivos para não o fazer. Tal como prometi, vou mostrar-vos como foi o primeiro mês. Trinta e um dias já foram, venham os restantes! 

#dia1 01.01.2015: Começar o ano a ver Expensive Soul;  Ir ao Dragão assistir ao primeiro treino de 2015.
#dia2 02.01.2015: Receber beijos e abraços dos meus afilhados logo pela manhã; Passear à beira mar.
#dia3 03.01.2015: Passar o dia com as minhas pestes; Comer pão-de-ló de Ovar.
#dia4 04.01.2015: Ter os Aurora de volta ao palco do Factor X.
#dia5 05.01.2015: Andar o dia todo…