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A mostrar mensagens de Junho, 2015

Pensamento periclitante #15

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Apetecia-me passear à beira mar. Descalçar as sapatilhas. Sentir a areia molhada nos pés. Cheirar a maresia. E ter o vento a brincar com os meus caracóis.

A lista dos meus desejos VIII

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«Quando pode realizar todos os seus desejos, o que é realmente importante?»

As palavras vivem em mim desde que as aprendi a escrever. É como se fossem uma segunda pele. Ou uma segunda casa. Seguramente, um refúgio quando tudo à minha volta parece ruir. Nem sempre fluem com a rapidez com que as desejo, mas aparecem. Têm o seu processo e eu o meu. No fim estamos em perfeita sintonia.

Pegadas

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Cravo pegadas no chão - seja ele de areia, de cimento, de pedra, de neve, de outra coisa qualquer. No entanto, continuas sem seguir o trilho que tracei para que não te percas de mim. Será que alguma vez me virás procurar?

As minhas viagens de metro #28

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«Cada nota deixa em cada um de nós uma lembrança, mas é a melodia inteira que conta uma história», Paulo Coelho.

O som do piano nunca esteve tão forte. A melodia ecoa por toda a sala - a tua divisão preferida da casa -, trazendo consigo o aroma das manhãs cinzentas de inverno.

O que li por aí #25

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A Ana Ribeiro, do blog Escreviver, partilhou um texto no meu facebook e eu, naturalmente, não poderia deixar de o publicar aqui n' As gavetas da minha casa encantada. O motivo? Logo nas primeiras palavras torna-se óbvio: fala do Porto!

E quando...

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... a imagem que tens de alguém que tomas como um exemplo começa a alterar-se aos poucos?

Meu bem!

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«Só querer cuidar, te proteger»

Um dia, meu bem, vou ensinar-te que as estrelas também caminham ao nosso lado. E que o rumo dos teus sonhos és tu que escolhes. E que por mais curvas que tenha o teu caminho a direção é em frente. Não tenhas medo de saltar sem rede, os arranhões cicatrizam. Porque um dia, meu bem, vais crescer e querer voar mais alto.

[isto é o que dá ver fotos antigas]

S. João

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«Nesta vida, S. João,
Nada se pode agarrar.
P'ra ver subir o balão Nós o temos que largar...»

Seremos menos à mesa, porque a vida também é feita de imprevistos e situações que não se podem alterar. Ainda assim, esta noite só faz sentido ser passada como é sempre: em família! Sou mais forte e mais feliz por tê-los ao meu lado. Neste dia. Todos os dias. E mesmo que durante a noite não lancemos o balão, haverei de olhar o céu, ver aqueles pontos de luz, fazer de conta que são estrelas cadentes e pedir um desejo. Bom S. João!

Concertos na Avenida #2

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«(...) Sou a mariposa bela e airosa, que pinta o mundo de cor de rosa; eu sou um delírio do amor. Sei que a chuva é grossa, que entope a fossa, que o amor é curto e deixa mossa, mas quero voar, por favor! Há portas abertas e ruas cobertas de enfeites de festas sem fim. E por todo o lado, ouvido e dançado, o fado é cantado a rir. E aqueles que vejo, que abraço e que beijo, falam já meio a sonhar. Se o mundo deu nisto e bastou um sorriso o que será se ele me falar.»

Concertos na Avenida #1

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«(...) Quero ter-te por perto. Vem ter comigo, és tu que escolhes. Nunca houve mais ninguém, tens o meu mundo nos teus olhos. Nada é incerto e tu és essa vontade de te ter, de te querer, de sentir e escrever e dizer que és aquilo que eu preciso então. Eu sei que vali a pena só não sei se são os meus abraços que te sabem a pouco e tu queres o teu espaço. Será que sou passado ou isto é só um jogo para me teres ao teu lado?»

Suporte

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Aquilo que me faz falta [e que soa a saudade] é o colo que o teu abraço me dá quando o mundo foge por baixo dos meus pés.

O mundo por olhos tom de castanha #18

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À boleia do mundo #10 (Parte 4)

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Capítulo 10 (conclusão) 12.08.2014

17h21: Terminada a visita, fui até à Ponte D'Além do Rio. Atravessando-a, é possível ver do lado direito uma cidade construída num jardim. Tem vários pontos fundamentais de Bragança, mas também há lugar para a Torre Eiffel e a Torre de Pizza. Parece um pequeno pedaço de mundo em miniatura.

À boleia do mundo #10 (Parte 3)

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Capítulo 10 (continuação) 12.08.2014

A organização é incrível. Percebe-se que há uma sequência lógica e que é tudo bastante explícito. Detalhadamente, encontramos informações sobre a eletricidade, as paisagens naturais de Bragança, Eco-produtos, corridas de caracóis, bolo de anos, energia de vento, ambiente e qualidade de vida; voo sobre Bragança, pegada ecológica, geologia da cidade - serpentinito, os sismos e dados sobre o átomo do universo - tudo isto no edifício principal. Passando para a Casa da Seda, somos recebidos pelas seguintes áreas: network ambiental, livro mágico da seda, misturando cores, fábrica da seda, metamorfose, janela da borboleta, poço dos sonhos e das memórias, dentro do bicho de seda e fiar a brincar. Tudo isto vale a pena descobrir ao pormenor. Vê-se rapidamente, mas a forma como tudo é composto é fascinante. A ciência está viva! E acontece mesmo à nossa frente.

À boleia do mundo #10 (Parte 2)

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Capítulo 10 (continuação) 12.08.2015

13h03: Chegamos! Também está vento, mas não é incomodativo, até porque o sol resolveu - e ainda bem - dar um ar da sua graça.
Antes de me sentar para almoçar, fui fazer reconhecimento de campo. O espaço é agradável. Há muito verde à nossa volta, o que é fantástico; vemos os patos sobre o rio e o Centro Histórico fica mesmo em frente. Ao fundo, há um caminho pedestre, mas não sei onde vai dar. Quando regressamos ao fim do dia, passando sempre por aqui, muitas são as pessoas de toalha estendida. É uma alternativa interessante para quem não quiser ir para o Lago. É igualmente possível ir para a água à vontade, a vista é formidável e tem uma espécie de restaurante. Quem for paciente pode sentar-se nas escadas que dão acesso ao rio e ficar a observar os peixes e os animais que costumam aparecer por aqui.

À boleia do mundo #10 (Parte 1)

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Capítulo 10 Terça, 12.08.2014

06h00: Tocou o despertador, mas deixei-me ficar na cama. Levantei-me meia hora depois.
Hoje celebra-se o dia internacional da juventude! Como tal, a Câmara Municipal, em parceria com o Instituto Português do Desporto e Juventude de Bragança, organizou a Semana da Juventude, cujo tema é «A Saúde Mental Importa». De cinco a doze de agosto, os jovens dos 12 aos 30 anos tiveram ao seu dispor «um conjunto variado de atividades e benefícios, através da concessão de descontos e entradas gratuitas, em diferentes espaços e serviços da cidade». O Museu Ibérico da Máscara e do Traje, o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, as Piscinas Municipais, os Transportes Públicos Municipais (STUB) e o Centro de Ciência Viva também aderiram à iniciativa, promovendo a cultura que tantas vezes relegamos para segundo plano. 
Como hoje é o último dia, acho que vimos embora mais cedo para que eu posso aproveitar esta oportunidade, a meu ver, incrível! Tivesse sabido disto antes …

Dá que pensar #1

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Há frases, comentários, observações, que nos fazem pensar, porque desconstroem aquilo que julgamos certo ou que aceitamos sem grandes questões. Ao ler a entrevista que Leonor Poeiras fez a Manuel Luís Goucha, para o projeto Maria Capaz (aqui), houve algo que abonou cá dentro. Todo o discurso é interessante, mas foi uma afirmação em particular que me fez parar. E compreender ainda mais que tudo aquilo que dizemos tem impacto. E que, por vezes, não damos o devido valor, pelo simples facto de não colocarmos as coisas em perspetiva. Há crenças - sejam elas de que índole forem - que nos tornam melhores. E são essas que devemos preservar.

Asas quebradas

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As feridas saram, mas as asas quebradas pelo medo magoam eternamente.

Pensamento periclitante #14

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É pena estar um tempo tão incerto senão fugia de balão!

Banda Sonora #8

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«Sem a música a vida seria um erro», Friedrich Nietzsche

Ideal para momentos intensos. Para aqueles dias em que a nossa vida dá tantas voltas que mais parece um «carrossel»; uma verdadeira montanha russa de adrenalina e emoções fortes. Porque a música, seja ela qual for, provoca-nos reações. E há aquelas que nos deixam tontos com a mensagem que nos transmitem. E nós vamos rodopiando. Sozinhos. Acompanhados. Maioritariamente com companhia. A nossa jornada não para. E muitas vezes não sabemos onde nos podemos agarrar. Mas continuamos, fazendo círculos perfeitos no chão que pisamos - com firmeza ou inseguros. Certos ou errados, o caminho só tem um sentido: em frente. E enquanto a vida continuar a rodar, nós permaneceremos de pé, mesmo que as circunstâncias nos façam cair.

Perdições #4

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Tu. Em mim.

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«Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre», Miguel Esteves Cardoso

Tu és a parte da vida Que escolhi E agarrei na minha mão. E és parte de um sonho Que vivi E que deixei partir.

Em câmara lenta...

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Morre-me um pouco a alma [e a calma] todos os dias. Em câmara lenta. Mas não será esse o estado natural de quem vive suspenso na imprevisibilidade da vida?

[Sem] Tempo contado

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«Coloque um ponto final em todas as vírgulas que te incomodam»

Vou deixar de esperar. Por aquilo [e aquele] que sei que já não vem [principalmente pelo que já não volta mais]. Porque isso só me atrasa e eu não fui feita para viver contra o relógio. Tenho as horas contadas para o futuro que me chama, sem tempo certo para ser feliz. O que tiver que chegar não se perderá no caminho, arranjará maneira de se aproximar de mim. Apenas não permanecerei eternamente parada no meio na estrada. Iludida. Contando os segundos que faltam para um regresso inexistente.

O primeiro!

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«Dei-te tudo o que havia para dar (...) E só dei sem colher»

Faz hoje um ano que os vi pela primeira vez ao vivo. E depois dessa seguiram-se mais duas oportunidades. E em todas elas percebi que se superaram a todos os níveis. Dou bastante importância a datas porque marcam momentos; permitem à nossa memória recuar no tempo e vivê-los mais um pouco. Neste fragmento de saudade é como se os ouvisse novamente perto. É como se sentisse os acordes das guitarras. As gargalhadas. Os aplausos. O talento. E é mesmo isso que eu tenho: saudades. Do ambiente incrível. Dos rasgos de genialidade que foram traçando no seu percurso curto, mas promissor. Quando vemos alguém com tanta qualidade ambicionamos o melhor para o futuro que está mesmo ali, tão perto. Eles são quatro, o que significa quadruplicar os desejos e a vontade. Tenho saudades de os ver em palco. Das novidades que nos faziam chegar. Da roupagem nova a todas as músicas que não sendo deles passaram a ter o seu nome cravado. Porque eles cheg…

O que li por aí #24

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Cristina nº4

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«Ricardo Quaresma foi uma surpresa. Chegou tímido para uma conversa de vida. Mostrou o seu sorriso e a sua verdade. Respondeu a tudo com o coração e surpreendeu. Gosta de correr riscos. Mas esta foi a maior trivela da sua vida» (aqui)

A coerência de algumas pessoas é algo que me transcende. Ou melhor, a falta dela!

Alta Definição #7

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«Eu sou tudo o que vivemos, mais o que deixei por viver. Sou a soma dos anos, dos risos e das angústias. Não posso ser o que fui quando não sou o que era. Nem tu podes querer que eu seja a pessoa que tu gostavas que fosse».

A probabilidade de não compreenderem algumas coisas em mim é grande, até porque isso dependerá sempre do que cada um de nós é, gosta ou defende. E varia, uma vez que aquilo que não é compreensível para um pode ser para outro e vice-versa. Tenho a certeza que, por exemplo, a maior parte dos meus amigos não entende a minha vontade de acordar sempre cedo e de, efetivamente, gostar de o fazer - sobretudo nas férias. Para um grupo que preza muito dormir é normal que não consigam, mas a verdade é que adoro mesmo acordar cedo! Não contando com os dias em que tenho que ir para a ESE (porque aí levanto-me às 6h55), o meu despertador toca sempre às 9h, independentemente de ter algo concreto ou não para fazer. É um hábito que tenho desde criança e nunca precisei que me viessem…

Doce ou salgado q.b. #6

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«Cozinhar é como tecer um delicado manto de aromas, cores, sabores, texturas. Um manto divino que se deitará sobre o paladar de alguém sempre especial», Sayonara Ciseski

O verão está a chegar e as pessoas começam a preocupar-se mais com a alimentação, por isso, e como não quero que faltem receitas que sustentem a «operação biquíni 2015», decidi partilhar algo extremamente saudável e que nos permitirá ficar em forma: salame de chocolate! Brincadeira à parte, até porque precisamos de tudo um pouco desde que não seja em exagero, é das sobremesas mais simples e rápidas de serem feitas - além de que sabe bem em qualquer altura. Só desta vez, vamos esquecer as calorias. E para que a consciência não pese comemos só uma fatia. Prometo que a seguir fecho a gaveta da doçaria e vamos todos correr durante uma hora e fazer sequências de abdominais, flexões de braços, agachamentos e saltos de canguru. Parece-vos bem?

#100happydays maio

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«Você conseguiria ficar feliz durante 100 dias seguidos?»

O desafio dos #100happydays rapidamente se transformou num que se prolongasse durante o ano todo. Se houve mês em que a dificuldade em estar atenta aos pequenos detalhes se fez sentir foi, sem dúvida alguma, no de maio, por ter sido o mais preenchido, aquele onde a pressão foi maior e o mais decisivo a nível de estudos. Ainda assim, não deixei que isso me impedisse de continuar aquilo a que me propus. E o resultado está à vista!