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A mostrar mensagens de Julho, 2015

Dá que pensar #2

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Há frases, comentários, observações que nos fazem pensar, porque desconstroem aquilo que julgamos certo ou que aceitamos sem grandes questões. Estava a ouvir a mais recente entrevista do projeto Maria Capaz e a entrevistada Inês Castel-Branco (aqui) referiu algo que me obrigou a parar. Quando Rita Ferro Rodrigues lhe perguntou como é que ela achava que amava, no decorrer da resposta, a atriz disse algo curioso, mas que analisado ao pormenor faz toda a diferença.

Reflexo traiçoeiro.

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O espelho reflete-nos inteiros, mas aquilo que vemos é a imagem que a nossa mente cria - por isso é que o defeito que ninguém repara nos parece imenso. É engraçado como somos sistematicamente atraiçoados por uma parte de nós!

Banda Sonora #9

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«Sem a música a vida seria um erro», Friedrich Nietzsche

Ideal para o verão - e não só. Para dançar sem parar, mesmo que o nosso nome não seja Joana. Para descontrolar a nossa vida e retirar-lhe a apatia que, por vezes, a invade. Independentemente do nosso jeito, ou falta dele, é inevitável não começarmos a balançar o pé, os ombros, o corpo todo, num estilo próprio de quem aproveita os momentos sem rigidez. É ideal para não nos levarmos a sério. Esta música grita animação. E é uma excelente forma de nos desligarmos do mundo e nos ligarmos apenas a nós. Ouço-a em modo de repetição, e em todas as vezes a vontade é a mesma: continuar. É viciante. Lanço-vos o desafio: vamos dançar? Aceitam?

TAG: The Ice Cream Award

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A Catarina, do blogue Apenas a Lua, nomeou-me para a Tag The Ice Cream Award. Antes de avançar, tenho que lhe agradecer por se ter lembrado de mim. De seguida, deixo-vos com as regras e as minhas respostas.

Em suspenso

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Contigo nunca sei com o que contar. Tão depressa queres como no segundo seguinte deixas de querer. E eu fico em suspenso, inclinando-me para os diferentes lados da tua vontade, até ganhar coragem para cortar a corda que me mantém presa.

Onde a saudade não chega

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«Seremos cúmplices o resto da vida, ou talvez só até amanhecer. Fica tão fácil entregar a alma a quem nos traga um sopro do deserto, olhar onde a distância nunca acalma, esperando o que vier de peito aberto», Mafalda Veiga

O coração acalma com muito mais facilidade quando o entregamos a alguém que nos traga uma brisa do deserto. E só acalma porque é nesse exacto momento que sentimos que não há impossíveis, nem pontes quebradas, entre aquilo que eu quero e tu podes dar e aquilo que tu desejas e eu posso concretizar.

Ainda sobre as despedidas

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Quanto tempo depois nos é permitido sentir saudades?

Despedida

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«Não chore nas despedidas, pois elas constituem formalidades obrigatórias para que se possa viver uma das mais singulares emoções da vida: O reencontro», Richard Bach

Já vos disse que não gosto de despedidas? Não? Digo-o agora com toda a convicção: não gosto. Nem um bocadinho. No entanto, hoje lá estarei no aeroporto para dar um abraço apertado à S., que partirá em Missão para Timor, e onde ficará durante cinco meses. Apesar de tudo, tenho o coração aconchegado, porque sei que vai fazer algo que já queria há algum tempo. E sei também, por tudo aquilo que ela é, que fará a diferença na vida das pessoas que, inevitavelmente, se cruzarão no seu caminho. Talvez este primeiro mês não custe tanto, pelo simples facto de já estarmos habituadas à ausência que as férias da faculdade implicam. Pior será quando voltarmos à rotina, mas arranjaremos maneira de matar as saudades (sim, S., já sei que tenho que instalar o viber). Do lado de fora do avião, ficarei a desejar que seja uma experiência inig…

O que li por aí #27

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«Aquilo que te dá frio na barriga é o que vale a pena»

Assim dói mais!

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«Por agora os nossos caminhos vão-se separar, mas onde quer que esteja nunca me vou esquecer do meu norte», Ricardo Quaresma (aqui)

Estou triste. E já chorei bastante, não só pela despedida, mas também por tudo aquilo que ela implica - e pela revolta e injustiça presentes uma época inteira.

Perdições #5

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Entrevista

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Fui entrevistada pela Teresa Silva, do blogue A Pequena Boneca De Trapos, para a sua rubrica «5 minutos para conhecer...». Desde já, tenho que agradecer a oportunidade e as palavras carinhosas com que me apresentou. Para quem quiser ler, basta irem aqui.

As minhas viagens de metro #29

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«A única maneira de nos livrarmos da tentação é ceder-lhe», Oscar Wilde

És a noite. O lado sombrio da vida. O charme de uma tela negra e olhar luminoso. Como é que alguém com tantas feridas pode ser tão deslumbrante ao ponto de as ocultar?

Sombras

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Repara como somos tão pequenos para a nossa sombra e como ela é igualmente pequena para os nossos sonhos.

Façam figas por mim - o motivo

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Mestrado! 

Para concorrer tenho que, primeiro que tudo o resto, fazer uma prova escrita de Língua Portuguesa e uma prova oral (entrevista). A primeira foi na passada sexta (dia 10) e a segunda aconteceu ontem. Claro que os nervos fizeram-se sentir, não só por estar perante um júri, mas também por ser algo que quero mesmo muito, daí que a responsabilidade e a pressão sejam acrescidas. Não posso afirmar que correu bem ou que correu mal. Posso, sim, dizer que respondi da melhor forma que consegui, argumentando todas as minhas opiniões. Agora é esperar pelo resultado de ambas e pela confirmação de que o diploma de licenciatura está pronto, fazer a candidatura e aguardar que saiam as colocações, para saber se entro ou não no mestrado que tanto desejo: pré-escolar. Somos muitos para poucas vagas, por isso que seja o que tiver que ser. Não posso - nem vou - deixar de acreditar, mas mantendo sempre presente a dificuldade do processo, até porque é uma forma de não me iludir. Já não depende só d…

Prova 2/2

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Há sonhos que, simultaneamente, se tornam objetivos - devia ser sempre assim -, e pelos quais lutamos diariamente. Está cada vez mais perto. Façam figas por mim!

O que fala ao coração #22

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«A minha ideia é que há música no ar, há música à nossa volta, o mundo está cheio de música e cada um tira para si simplesmente aquela de que precisa», Edward Elgar.

Não passo um dia sem ouvir música. Este interregno d' O que fala ao coração não significa, de todo, que me tenha desligado deste mundo tão vasto e recheado de qualidade. As mais diversas vozes e melodias continuam a invadir a minha vida com a mesma intensidade de outrora. O artista de hoje, muito provavelmente, é conhecido do público pelo seu trabalho em televisão, nomeadamente em novelas/séries. Contudo, a sua veia artística não se limita à representação, uma vez que a realidade musical está bem presente no seu quotidiano. E uma coisa é certa: o talento é transversal às áreas onde se envolve!

Escuridão

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Quando as luzes se apagarem O que será feito de nós?  Quem tomará conta de nós?

O que tem mais encanto.

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Em todas as partidas - que me saberão sempre a um fragmento de paz e renovação de energias - é o regresso que tem mais encanto. Porquê? Porque reaprendo a observar o que deixei e a reconhecer a beleza que ainda me faltava descobrir.

Pensamento periclitante #16

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Os meus pensamentos foram de férias. Hoje nada me prende a atenção.

O mundo por olhos tom de castanha #19

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À boleia do mundo #11 (Parte 3)

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Capítulo 11 (conclusão) 13.08.2014

17h41: Ao passar por Ungilde existe uma placa que nos dá a indicação para a tal Escola Micológica. Uma vez que o ano passado não houve oportunidade de a visitar tentamos hoje. Escolhemos foi mal o dia, porque estava fechada. Deve estar tão incrível! Pelo que consegui perceber, é possível fazer workshops/formações/atividades. A entrada são dois euros. Ao longo do caminho há quadros informativos sobre o mundo dos fungos. Quanto à visita, fica para o ano!

À boleia do mundo #11 (Parte 2)

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Capítulo 11 (continuação) 13.08.2014

Antes de chegarmos à Puebla há uma escola micológica. Tenho bastante curiosidade em saber como é e descobrir que espécies tem. É possível ir de carro, mas também existe um caminho pedestre e um de acesso facilitado para quem andar de cadeira de rodas. Uma alternativa para quem não quer ir para a praia é subir até à Laguna de los Peces. Passa-se por San Matín de Castañeda e continua-se até ao topo. Relativamente a meio - ou um pouco antes -, há uma espécie de parador, onde é possível observar o Lago em toda a sua extensão. Um verdadeiro encanto; quase que nos sentimos a ficar sem fôlego. Já no topo, existem vários percursos pedestres que podemos fazer, variando a duração, a dificuldade e, naturalmente, a direção. O mais pequeno demora uma hora (ida e volta). É o principal, feito de pedra, que se vê mal se chega ao local. A Laguna tem cores deslumbrantes, só não vi peixes. Um dia gostava de fazer os outros dois percursos, devem ser incríveis! Mas, acred…

À boleia do mundo #11 (Parte 1)

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Capítulo 11 Quarta, 13.08.2014

06h30: Começa mais um dia.
Agora de manhã vamos visitar as Nogueiras e as colmeias do meu primo. Tenho pânico a abelhas, mas nunca fui ficada (que continue assim), por isso tem tudo para correr bem. Vamos de jipe até ao local onde estão.
07h47: Tudo pronto, que comece a aventura!

O que li por aí #26

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«- Dói-te alguma coisa? - Dói-me a vida, doutor.
- E o que fazes quando te assaltam essas dores?
- O que melhor sei fazer, excelência.
- E o que é? - É sonhar», Mia Couto

#7 A minha vida tem...

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... momentos curiosos. Todos sabiam cá em casa que os ovos tinham que estar longe de mim, porque se lhes conseguisse chegar o resultado era sempre o mesmo: acabavam no chão. Talvez os achasse semelhantes a bolas pinchonas (pareceu-me a justificação mais lógica para fazer o que fazia), mas isso continuará a ser uma incógnita. As únicas certezas que tenho é que esta brincadeira me divertia de alguma forma e que se os ovos ficassem na bancada da cozinha não duravam muito tempo... inteiros.

Utopia?

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«A felicidade não é uma estação de chegada, é uma forma de viajar»,  José Luís Nunes Martins

Não me digam que a felicidade é uma utopia quando todos os dias sinto fragmentos da sua existência a invadir a minha vida. Se se torna plena? Claro que não! Haverá sempre um momento, por mais pequeno que seja, de escuridão. Chamem-me ingénua, mas nada disto pode ser uma quimera quando o nosso sorriso é tão largo. E tão cheio de verdade. Talvez seja uma treta para quem preferir acreditar que a nossa passagem é uma sucessão de ocasiões menos más. Recuso-me! E hei-de recusar sistematicamente essa ideia. Porque a felicidade existe. Vem camuflada nos pequenos detalhes que nos fazem bem. E está ao alcance de qualquer um. Só não chega até ela quem, a meio do caminho, desiste de lutar. Se sou feliz desde que acordo até voltar a dormir? Obviamente que não. A única diferença é que opto por me focar nos traços de ventura que conquisto ou que surgem como espécie de recompensa. Chamem-me sonhadora, o que qu…

#100happydays junho

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«Você conseguiria ficar feliz durante 100 dias seguidos?»

Julho já começou há uns dias, ainda que poucos, e deixou para trás mais um mês recheado de ocasiões que me fizeram feliz. Não é um processo automático, e ainda bem, mas é cada vez mais simples focar naquilo que nos acontece de melhor. Claro que também há momentos baixos, até porque a felicidade não é plena, mas cabe-nos a nós escolher de que lado nos queremos posicionar. E por muito complicado que seja, porque a vida nos obriga a dar tombos, por vezes fortes, são estes pequenos rasgos de sorriso que nos ajudam a levantar. Prontos para mais trinta dias? Vamos lá!

TAG: I love animes

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A Teresa Silva, do blog A Pequena Boneca de Trapos, nomeou-me para uma Tag sobre animes. Vi alguns quando era criança, mas depois desliguei-me desse mundo. Ainda assim, vou tentar responder a tudo. Como sabem, há uma regra que não vou cumprir: nomear. Sem mais demoras, vamos ao que interessa!

Diz-me por onde andas #6

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«No fundo de um buraco ou de um poço acontece descobrir-se as estrelas», Aristóteles

Hoje altero um pouco o objetivo desta rubrica para vos contar a minha experiência naquela que foi a primeira aula de zumba em que participei. Há muito tempo que queria experimentar, mas por falta de companhia e/ou de oportunidade acabei por ir adiando. Finalmente, surgiu o momento de concretizar esta vontade antiga e não podia estar mais entusiasmada. Nervosa também, confesso, porque a falta de exercício físico poderia condicionar a minha resistência. Contudo, não havia lugar para hesitações.

Levantar a cabeça!

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«(...) Erga a cabeça e siga em frente guerreiro!», Rodrigo Gomes Naressi